NEGÓCIOS COMUNS DO GESTOR E DO DONO

Prevê o art. 875 uma espécie de sociedade de negócios: “Se os negócios alheios
forem conexos ao do gestor, de tal arte que se não possam gerir separadamente, haver–se-á o gestor por sócio daquele cujos interesses agenciar de envolta com os seus”. Há conexão de negócios, o que torna a gestão comum, pois não é possível a
gerência separada. O gestor considera-se sócio do titular. O beneficiado com a gestão
só é obrigado em relação à outra pessoa na razão das vantagens que lograr – parágrafo
único do dispositivo acima. Verificando-se prejuízos, não responde o gestor, fato este
que afasta a sua consideração como sócio, eis que, na sociedade, os lucros e perdas
são repartidos entre os componentes.

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